Archive for category rails

DEB package for Gmate

I had debianized the Gmate Package, so now you can download and install it in your Ubuntu as a DEB package.

Note that it Depends of pyton-pywebkit that is included in Ubuntu 8.10. if you want to install in a previous Ubuntu release you will need to install Python Webkit Manually.

You can download the package direct from github.com

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Rails footnotes suporte completo para linux

(See this post in english)

Eu acabei de corrigir alguns bugs no plugin Rails Footnotes e agora temos suporte completo para Ubuntu Linux  (Deveria funcionar em outras distros também, porém apenas usando o Gnome e o Gedit são suportados até agora).

Agora você poderá abrir qualquer arquivo listado nos stack traces exibidos no browser (Firefox) além de obter todos os demais benefícios dos Footnotes no final de suas páginas durante o desenvolvimento.

Veja os screenshots para ter uma idéia dos benefícios:

Footnotes Filters

Na imagem acima estamos mostrando a cadeia de filtros (Filter chain) do controller atual, mas podemos facilmente abrir o arquivo do controller, view, layout, estilos, javascripts direto no Gedit apenas clicando em um link, e, podemos também ver os Selects executados no banco de dados, log, Informações do ambiente, logs, routes e muito mais.

Footnotes Stack Trace

Na imagem acima estamos vendo um stack trace, então ao clicar em um dos links criados pelo plugin Footnotes, o Gedit já abre tal arquivo com o cursor posicionado corretamente sobre a linha onde o erro ocorreu.

Você pode fazer o download do plugin com suporte para linux aqui (Github master tree)

Para obter instruções sobre o processo de instalação, veja o arquivo README que está no pacote do plugin ou acesse a Página do projeto no Github.

Você pode também ler mais sobre este plugin no meu primeiro post sobre ele, e ainda assistir a um pequeno screencast mostrando sua funcionalidade.


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Rails footnotes full linux support (footnotes for linux)

(Ver este artigo em português)

I have just fixed some issues on Rails Footnotes plugin, and now we have full support for Ubuntu linux (this should work with other distros too, but only Gedit and Gnome are supported for now.

Now you can open any files listed on stack trace, and get all bennefits of Footnotes just bellow your pages during development.

Se the screenshots to get an Idea of beneffits:

Footnotes Filters

In image above we are showing the Filters chain of current controller, but we can easily, open the controller, view, layout, styles or javascripts files in Gedit by just one click in the link, and we can also see the database queries performed, log, Environment, Routes and much more.

Footnotes Stack Trace

In the image above we are seeing a stack trace, then we clicked on  a link created by Footnotes plugin, and Gedit just opened that file and switched the cursor to the correct line.

You can download the  plugin with linux support directly from here (Github master tree)

To get instructions about installation process point to README file on package or go to Footnotes Project Page on Github

You can also read more about this plugin on my first post about it (In Portuguese), and also watch a little screencast showing the plugin in action.


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Ruby on Rails 2.2 is out!

Depois de bastante espectativa, a Nova versão do Ruby on Rails (2.2) foi liberada para uso em produção.

Muitas melhorias foram incluídas nesta versão, como Thread Safety, Transactional Migrations, Internacionalização (i18n) e compatibilidade com a próxima versão do Ruby (1.9).

Saiba mais em: Site Oficial, Rails Guides, O que Ha de novo, por Carlos Brando

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Rails Footnotes para Gedit/Linux

O usuários do Mac e do Textmate contam com alguns benefícios quando se desenvolve em Rails, visto que boa parte dos desenvolvedores do Rails, inclusive do core-team utilizam esta plataforma e editor de texto. em busca de melhorar a experiência dos usuários linux fui verificar a possibilidade de portar mais um plugin bastante interessante, o rails-footnotes.
Este plugin oferece algumas funcionalidades bem interessantes, e uma das funcionalidades que eu acho mais útil é que ele transforma o backtrace de um erro exibido do browser em links, onde você pode clicar, e o editor de texto abrirá o arquivo listado no trace posicionando o cursor na linha indicada, facilitando e muito na hora de seguir o rastro de um bug.
No momento a única funcionalidade que eu portei, foi o backtrace, quem sabe no futuro eu verifique a possibilidade de portar mais funcionalidades
Assim que sobrar um tempinho vou solicitar ao drnic para dar um merge das alterações que eu realizei no plugin para que todos possam ter acesso, por enquanto você pode instalar o plugin através do meu fork no github

Para instalar o plugin em sua aplicação rails faça o seguinte:

script/plugin install http://github.com/lexrupy/rails-footnotes.git vendor/plugins/footnotes

para que o plugin funcione no Gedit é necessário instalar o url-handler para que o navegador saiba que um link apontando para txmt://open?file=…. tenha que abrir o arquivo na linha x. para isso faça o seguinte logo após a instalação normal do plugin:

cd vendor/plugins/footnotes
sh linux_install.sh

Este processo de instalação precisa ser realizado apenas uma vez, então depois que você instalar o plugin no seu linux na primeira vez, poderá apenas executar a primeira etapa para quaisquer outra aplicação que desejar.

Note que para instalar você precisa ter em mãos sua senha do sudo.

Para quem não conheçe a suite de plugins para melhorar a usabilidade do gedit com aplicações Rails clique aqui

Veja um pequeno vídeo do plugin em funcionamento:


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Gedit Modelines

Tabulações, Espaços, Nível de tabulação, etc, todas estas configurações no gedit são manuais, você precisa ir no menu Editar, Preferências e encontralas para modificar o comportamento certo?

Errado

Existe um plugin chamado “modelines” que tenho certeza que muita gente já viu lá na lista de plugins mas não sabe para que serve. bem vamos a uma breve explicação:

Alguns editores de texto, como o Vim, Emacs e até mesmo o Kate, suportam um recurso com este nome, que nada mais é que incluir uma linha no arquivo em edição para definir o modo de operação sobre este arquivo mode-line.

antes a definição mínima:

“ShiftWidth é a quantidade de espaços que são inseridos para cada TAB”

“TabStop é a quantidade de espaços que um TAB vai ocupar na visualização”

vejamos um exemple de modeline do vim:

# vim:set ts=4 sw=4 noexpandtab:

que significa:

defina o tabstop para 4 e o shiftwidth para 4 e não expanda os tabs para espaços.

podemos utilizar esta mesma linha no gedit com o plugin modeline ativado.

um exemplo para arquivos ruby seria:

# vim:set ts=2 sw=2 expandtab nowrap textwidth=80

ou seja, estamos definindo para trocar tabs por espaços utilizando um tabstop/shiftwidth de 2 caracteres, não queremos que ele quebre as linhas e queremos a régua de texto na posição 80 caracteres.

um exemplo para python seria algo como:

# vim:set ts=4 sw=4 expandtab nowrap textwidth=80

basicamente a mesma coisa só que com um tabstop/shiftwidth de 4 caracteres.

experimente colocando esta linha no início do seu arquivo e ir modificando ela e vendo os resultados automaticamente.

esta linha funciona no gedit para qualquer linguagem, basta estar presente no arquivo nas primeiras 3 linhas em um comentário. o aconselhável é você utilizar o plugin de snippets(trechos) para criar um header para cada tipo de arquivo que você utiliza, onde você pode além desta informação colocar a licença de uso etc etc… a criatividade é sua.

Não deixe de conferir meu set de plugins para tornar o gedit uma “Rails IDE”

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Exended Ruby Syntax For Gedit and GtkSourceview2

Some months ago since I started using jEdit I also started improving the gtksouceview language definition for ruby and Rails code for use with Gedit, because in most of cases Gedit is faster than jEdit, Now I have some improvements to show.
I used as base for show improvements some screenshots that I made from Railscasts, so I got some episodes that have the “little things” I’ve changed.
This first is a screnshot of Railscasts Episode 33, here we can see the function name properly highlighted and also some Rails specific methods. We can compare the Gedit Screenshot to TextMate screenshot and see that all:

Here we have a rhtml (html.erb) shippet from Episode 37, all tags are highighted properly, including xml markup and erb markup “<%= %>”:

In this (Episode 62) we have a classmethod correctly highlighed (here I prefered to let “self” keyword in the same color of methodname, but is possible to change in future), and the method definitions including method names ending with ?, ! (= signal in the first screenshot):

And last an example of string interpolation (Episode 69), that already exists in original language definition but doesn’t work(I don’t know exactly why), the approach of original attemp is to change the context of string back to main context, by this way the code “should” be highlighted as normal ruby code, and in theory could be other interopated strings in many levels, but, that doesn’t work and I changed to just colorize (I mean this should be the default and correct way) and interpolation is highlighted properly:

You can download a package I made, containing some useful plugins, code snippets and
the language definition. this pack is very useful also if you just installed linux (I use ubuntu) and need quick setup to a Rails development environment

The package also include Extract partial plugin and a Smart indent plugin

How to install.

download the package here in some place
open a terminal go to the place of download and type

$tar -zxvf [name of downloaded tarball]
$./install.sh

WARNING: Some commands need sudo password, so you will be asked.

Open gedit chose your preferred color, enable your preferred plugins and enjoy.
(The package also include the TODO-List plugin and you will need to follow plugin README to install)

Gmate Project Page

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Notificações de testes (Novidades)

Mesmo os testes automatizados rodando perfeitamente com as nofitificações libnotify do gnome eu ainda não fiquei sossegado, afinal aquela mensagem ali na parte de baixo da tela (me lembrando os tempos de windows) não estava muito ao meu agrado, além de que segundos após a mensagem some e não há outro modo a não ser ir até o console para verificar o que havia acontecido (não que seja algo ruim, pois eu particularmente prefiro trabalhar sempre com a janela do editor não cobrindo a tela toda e ter o final da saida da linha de comando de um shell sempre visível). Pesquisando um pouquinho mais sobre o assunto dos testes automatizados e notificações encontrei este post, falando sobre o ruby-libnotify. Hum, vejamos, no post original o autor sugere que instalemos os seguintes componentes via apt-get:

ruby-gnome2 build-essential ruby1.8-dev libnotify-dev.

O detalhe é apenas que a biblioteca ruby-gnome2 (ao menos no Ubuntu) instala toda a parafernalha do Ruby/GTK, coisa que aparentemente não precisamos, uma vez que vamos dar um simples require 'gtk2' em nosso arquivo de configurações. Lendo os comentários do post havia um que dizia que o arquivo gtk2.rb pertencia à biblioteca libgtk2-ruby1.8 (que é instalada juntamente com o restante da parafernalha por ser um requisito da ruby-gnome2). Note que a instalação da libgtk2-ruby1.8 também vai instalar bastante dependências, mas acredito que sejam aproximadamente a metade dos pacotes.

Vamos a instalação e configuração:

primeiro, abra um terminal e vamos aos comandos.

$ sudo apt-get install libgtk2-ruby1.8 build-essential ruby1.8-dev libnotify-dev

ele vai instalar todas as dependências, mas são todos pacotes pequenos
Agora você vai precisar do pacote ruby-libnotify, baixar e instalar com os comandos:

$ wget -c http://rubyforge.org/frs/download.php/27134/ruby-libnotify-0.3.3.tar.bz2
$ tar -jxvf ruby-libnotify-0.3.3.tar.bz2
$ cd ruby-libnotify-0.3.3
$ ruby extconf.rb && make && sudo make install

Isso roda a configuração, compila e instala a extensão.

agora você precisa de uma versão modificada do arquivo .autotest do post anterior: (baixe aqui se tiver problemas com as aspas)

#!/usr/bin/env ruby
#
# Copyright (c) 2007 Thomas Weibel,

#
# This program is free software; you can redistribute it and/or modify it
# under the terms of the GNU General Public License as published by the
# Free Software Foundation; either version 2 of the License, or (at your
# option) any later version.

require 'rnotify'
require 'gtk2'

module Autotest::RNotify
  class Notification
    attr_accessor :verbose, :image_root, :tray_icon, :notification,
    :image_pass, :image_pending, :image_fail

    def initialize(timeout = 5000,
                   image_root = "#{ENV['HOME']}/.autotest_images" ,
                   verbose = false)
      self.verbose = verbose
      self.image_root = image_root

      puts 'Autotest Hook: loading Notify' if verbose
      Notify.init('Autotest') || raise('Failed to initialize Notify')

      puts 'Autotest Hook: initializing tray icon' if verbose
      self.tray_icon = Gtk::StatusIcon.new
      tray_icon.icon_name = 'face-monkey'
      tray_icon.tooltip = 'RSpec Autotest'

      puts 'Autotest Hook: Creating Notifier' if verbose
      self.notification = Notify::Notification.new('X', nil, nil, tray_icon)
      notification.timeout = timeout

      Thread.new { Gtk.main }
      sleep 1
      tray_icon.embedded? || raise('Failed to set up tray icon')
    end

    def notify(icon, tray, title, message)
      notification.update(title, message, nil)
      notification.pixbuf_icon = icon
      tray_icon.tooltip = "Last Result: #{message}"
      tray_icon.icon_name = tray
      notification.show
    end

    def passed(title, message)

      self.image_pass ||= Gdk::Pixbuf.new("#{image_root}/pass.png", 48,48)
      notify(image_pass, 'face-smile', title, message)
    end

    def pending(title, message)
      self.image_pending ||= Gdk::Pixbuf.new("#{image_root}/pending.png",48,48)
      notify(image_pending, 'face-surprise', title, message)
    end

    def failed(title, message)
      self.image_fail ||= Gdk::Pixbuf.new("#{image_root}/fail.png", 48,48)
      notify(image_fail, 'face-sad', title, message)
    end

    def quit
      puts 'Autotest Hook: Shutting Down...' if verbose
      #Notify.uninit
      Gtk.main_quit
    end
  end

  Autotest.add_hook :initialize do |at|
    @notify = Notification.new
  end

  Autotest.add_hook :ran_command do |at|
    results = at.results.last

    unless results.nil?
      # Test::Unit
      if results.include? 'tests'
        output =
          results[/(\d+)\s+tests?,\s*(\d+)\s+assertions?,\s*(\d+)\s+failures?(,\s*(\d+)\s+errors)?/]
        if output
          failures = $~[3].to_i + $~[5].to_i
        end
      # RSpec
      else
        output =
          results[/(\d+)\s+examples?,\s*(\d+)\s+failures?(,\s*(\d+)\s+pending)?/]
        if output
          failures = $~[2].to_i
          pending = $~[4].to_i
        end
      end

      if failures > 0
        @notify.failed("Tests Failed", output)
      elsif pending > 0
        @notify.pending("Tests Pending", output)
      else
        unless at.tainted
          @notify.passed("All Tests Passed", output)
        else
          @notify.passed("Tests Passed", output)
        end
      end
    end
  end

  Autotest.add_hook :quit do |at|
    @notify.quit
  end
end

opcionalmente você pode baixar diretamente do post do autor, um arquivo zip contendo o .autotest e as imagens
não esqueça que o arquivo deve ficar dentro de sua pasta HOME

autotest imagesautotest imagesautotest images

as Imagens utilizadas foram baixadas daqui. para utilizar com o script acima, baixe as imagens e descompacte dentro de um diretório chamado .autotest_images dentro de sua pasta HOME

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Fonte Monaco no Ubuntu+Gedit

A maioria dos screencasts que vemos na internet sobre Rails os autores utilizam Mac + OSX + TextMate, na verdade eu não lembro de um que não estivesse usando uma configuração parecida. Em quase todo lugar tem alguém falando “ah aquela fonte bonitinha dos screencasts” qual é a fonte que eles usam no Mac? Essa tão famigerada fonte chama-se Monaco, e é uma fonte padrão da Apple, que parece que foi adotada pela maioria dos desenvolvedores Rails.

Mas e nós? meros usuários de Linux+Gedit ou outra combinação, ou até mesmo que usa Windows+e-texteditor ou outra combinação. bem, outro dia sem querer encontrei este post onde encontrei uma versão ttf da tal fonte. A versão encontrada neste post é a versão 2.0 (bem antiga) mas algum tempo depois ele fez um novo post com uma versão mais nova da fonte (5.1)

Detalhes:

A versão inicial (5.1) da fonte não rendeniza corretamente em algumas aplicações do Linux, incluindo o Gedit, felizmente o autor do post incluiu uma versão corrigida.

A versão 5.1 no Windows (no computador que eu testei) não é reconhecida como mono-espaçada, embora tecnicamente ela seja, sento que para aplicações que necessitam obrigatoriamente uma fonte monoespaçada a solução é se referir à versào antiga da fonte. Se você pegar os dois arquivos de fonte em um visualizador vai verificar que há bastante diferença entre uma fonte e outra, a mais notável é o espaçamento entre caracteres.

Outro impecílio é que no Linux (ao menos no Ubuntu) a fonte aparecia meio “quadriculada”, realmente bem estranha no meu monitor LCD, pois eu tenho habilitadas as configurações de “suavização  de sub-pixel” e “contorno completo”. A fonte fica praticamente inutilizável se for comparar com qualquer outra Mono-espaçada que já estão disponíveis no Linux (Dejavu Sans Mono, Biststream Vera Sans Mono, Monospaced).

A solução foi criar uma configuração específica para a fonte Monaco, e fazer com que ela ignore as configurações default.

Primeiro passo: Criar um arquivo chamado .fonts.conf (com o ponto no início) dentro do diretório home:

$ gedit ~/.fonts.conf

e então colocar o seguinte conteúdo neste arquivo:

<?xml version="1.0"?>
<!DOCTYPE fontconfig SYSTEM "fonts.dtd">
<fontconfig>
  <match target="font">
    <test qual="any" name="family">
      <string>Monaco</string>
    </test>
    <edit name="autohint" mode="assign">
      <bool>true</bool>
    </edit>
    <edit name="hintstyle" mode="assign">
      <const>hintnone</const>
    </edit>
  </match>
</fontconfig>

feito isso, a fonte fica em um estado muito mais legível e perfeitamente utilizável para o desenvolvimento.

Veja os screenshots do antes de do depois:

Antes:


Depois


para evitar problemas com aspas, copie o código daqui.

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Rails2 ZenTest e Libnotify

Após um longo tempo tentando fazer funcionar as notificações dos testes com o Rails no meu recém instalado Ubuntu 8.04 (hardy) sem muito sucesso, finalmente cheguei a uma resposta.

a Combinação foi a seguinte:

1. ZenTest (ZenTest 3.9.2), o Framework de testes propriamente dito.

$sudo gem install ZenTest

2. RedGreen (redgreen 1.2.2), para colorizar o resultado dos testes, fica mais atrativo e fácil de verificar os resultados

$sudo gem install redgreen

3. libnotify-bin, pacote presente nos repositórios do ubuntu para enviar mensagens de notificação ao desktop

$sudo apt-get install libnotify-bin

4. Arquivo de configuração do autotest colocado no meu diretório home ~/.autotest
neste caso:

$gedit ~/.autotest

e coloque o código a seguir:

# ~/.autotest
module Autotest::GnomeNotify
  EXPIRATION_IN_SECONDS = 8
  FAIL_IMAGE    = "gtk-dialog-error"
  PENDING_IMAGE = "gtk-dialog-warning"
  SUCCESS_IMAGE = "gtk-dialog-info"
#  FAIL_IMAGE    = "~/Imagens/rails_fail.png"
#  PENDING_IMAGE = "~/Imagens/rails_pending.png"
#  SUCCESS_IMAGE = "~/Imagens/rails_success.png"

  def self.notify title, message, stock_icon
    options = "-t #{EXPIRATION_IN_SECONDS * 1000} -i #{stock_icon}"
    system "notify-send #{options} '#{title}' '#{message}'"
  end

  Autotest.add_hook :ran_command do |at|
    result = at.results.last
    if result
      examples = result =~ /(\d+) examples/ ? $1.to_i : 0
      failures = result =~ /(\d+) failure/ ? $1.to_i : 0
      pendings = result =~ /(\d+) pending/ ? $1.to_i : 0

      if failures > 0
        notify "Tests Failed", "#{failures} test#{ 's' if failures > 1 } failed", FAIL_IMAGE
      elsif pendings > 0
        notify "Tests Pending", "#{pendings} test#{ pendings == 1 ? ' is pending' : 's are pending'}", PENDING_IMAGE
      else
        notify "Tests Passed", "All tests passed", SUCCESS_IMAGE
      end
    end
  end
end

copie e cole o código ou faça o download aqui de um arquivo no formato do openoffice (o wordpress nao permite fazer o upload de qualquer tipo de arquivo) com o conteúdo descrito acima. Copie o conteúdo e cole em seu ~/.autotest.

Dica: Você pode personalizar as imagens, colocando o caminho de uma imagem da sua preferência, assim como eu faço na parte do código do .autotest que está comantada:

#  FAIL_IMAGE    = "~/Imagens/rails_fail.png"
#  PENDING_IMAGE = "~/Imagens/rails_pending.png"
#  SUCCESS_IMAGE = "~/Imagens/rails_success.png"

Feito isto, tive minhas notificações de teste funcionando perfeitamente como podem visualizar neste screenshot:

para fazer os testes, escreva-os, vá até o diretório do seu projeto e

$autotest

isto supondo que você já tenha o ruby e o rails previamente instalado e funcionando perfeitamente

obs o código original foi retirado daqui

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